Arquivo da tag: Cinema com Açúcar

Livro com Açúcar – A Menina que Roubava Livros + Torta Alemã

books

Eu gosto de ler. Sei que foi assim que comecei o outro post sobre esse livro, mas acho importante falar de novo. Eu era o tipo de criança estranha, que minha mãe tinha que me fazer escolher entre os 20 livros no meu colo antes de sair da livraria. E cada um que eu deixava pra trás era uma dorzinha no coração.

Sempre achei impressionante como às vezes você lê uma frase, um capítulo ou um livro inteiro que parece que foi escrito pra você. Você pode estar separado do escritor por um oceano ou por diversas gerações, mas aquela pessoa está falando com  você. Você já sentiu aquilo. Você pensa assim. E de repente o mundo fica um pouco menos impessoal e muito mais bonito!

Dito isso, também acredito que nem toda história seja para todo mundo. Que acontece de você pegar aquele livro que tem tudo para amar e não clica. Foi o que aconteceu comigo e a tal Menina que Roubava Livros.

bt3Não gostei. Não me matem. Não me julguem. Nem do livro, nem do filme. Mas por um motivo meio bobo, nos dois. Eu tive problemas com a linguagem. No livro já era carta cantada, já tinha lido outro desse escritor e está na minha lista de livros mais odiados da vida. Não consigo gostar do jeito que ele escreve. Do filme… ai. Tem uma coisa que americanos adoram fazer em filmes que se passam em outros países, que pra mim é como se passassem as unhas no quadro negro: o sotaque. Você falar com um sotaque alemão não faz que eu ache que você está falando alemão. Só faz você ser bizarro.

O livro é uma história contada pela morte, sobre uma garota alemã no auge da Alemanha nazista. Ela é adotada, e seu pai adotivo ajuda ela a aprender a escrever. Isso com as consequências e perigos do nazismo acontecendo. É, é isso aí. No final acho a história sem clímax, sem crescimento pessoal dos personagens e mega sem rumo. O único personagem que eu gosto muito é o Rudy. Esse sim tinha carisma!

ap_the_book_thief_kb_131107_16x9_608

Mas claro que tudo isso é opinião pessoal! Você pode ter amado pelos mesmos motivos que eu não gostei! Ei, o que seria do azul.  Gostei muito de receber todos os comentários, vários me incentivando a acabar o livro e vários simpatizando com a dificuldade de ler!

No final das contas, pode ficar feliz, que você vai ganhar a receita da torta alemã de qualquer jeito! Então vitória pra todo mundo!

Torta Alemã:

Ingredientes:
200g açúcar
400g creme de leite
200g manteiga
2 pacotes bolacha maizena
5 gemas

300g chocolate meio amargo
200g creme de leite

Para todas as instruções, é só assistir o vídeo!

 

 

 

Anúncios

Deixe um comentário

Arquivado em Canal do Confissões, Cinema com Açúcar, doce vida, Livros com Açúcar, passo a passo, receita

livros com açúcar

Imagem

Outro dia estava arrumando meu quarto e… Tá. Vou parar aqui porque consigo ver minha mãe lendo isso lá da sala e gritando “MENTIRA!!!”. Não, eu não estava arrumando meu quarto. Isso acontece só quando o cometa Halley passa. Reformulando. Outro dia eu estava no meu quarto e comecei a reparar quantos livros de receita eu tenho.

Em português, inglês, francês, italiano, novos, velhos, clássicos. O sabor que você quiser, tem. Mas me toquei que muitos deles nunca tinha parado pra realmente ver todas as receitas, quem dirá testar elas! Então resolvi mergulhar neles e compartilhar também!

Começando essa semana, vamos ter sempre uma resenha de um livro de receitas e uma receita tirada desse livro! Três vivas pra motivos para fazer testes! Vai ser uma série de posts como o Cinema com Açúcar, que junta filmes e receitas!

Mas enquanto isso, mantendo o tema de aproveitar livros, vou fazer propaganda da minha mami. Minha mãe é o máximo, e esse é o básico que você precisa saber dela. Ela, além de ter o blog ArteAmiga super atualizado e ainda melhor escrito, faz parte de uma iniciativa brilhante: a Freguesia do Livro.

Captura de Tela 2013-09-09 às 12.20.57

A Freguesia pega aqueles livros que estão parados na sua prateleira e dá um novo destino, uma nova casa, um novo leitor.

Vai, você está em casa? Olhe em volta. Aposto que tem vários livros a sua volta que você leu faz tempo e realisticamente nunca mais vai voltar a ler. A Freguesia pega esses pobres livros-transformados-em-decoração e monta pontos de leitura nos lugares mais inusitados. É um jeito maravilhoso de incentivar a leitura!

Entre no Blog e veja como colaborar!

Enquanto isso, conte aqui! Você tem um livro de receitas preferido?

3 Comentários

por | 9 de setembro de 2013 · 12:38

Cinema com Açúcar – 500 dias com ela + Croissants (parte 2)

Este post começou aqui, antes de ver este, passe lá!

Eu sei, eu sei! Demorou muito pra vir a outra parte deste post. Mas não entrem em pânico, não estou entrando em período sabático de novo. Foi só um tempo que eu estava precisando pra preparar algumas novidades muito legais que vão sair do forno muito em breve! Então, se você mora em Curitiba, sorte sua! Se não, eu seriamente pensaria em me mudar pra cá. Tá, ou só vir visitar. Nem todo mundo é drástico como eu…

Mas voltando da tangente, aí vamos aprender a formar nossos lindos croissants!

No post passado, aprendemos a fazer a massa folhada que é a base do croissant. O produto final foi este:

Agora, depois de um período de descanso na geladeira, é hora de abrir esta belezura! Isso vai ajudar a endurecer a manteiga e a não te enlouquecer, sendo que se você tentasse com ela macia ia ser um tal de derretimento para todo os lados.

Abra ela até bem fina, com uma largura de mais ou menos 30 cm, e o comprimento que a massa aceitar. Não precisa dar asas ao seu TOC e pegar a régua, vai numa estimativa mesmo.

Eu sei que não é a coisa mais fácil do mundo, mas tente ao máximo deixar num formato de retângulo. Essa massa é um pouco temperamental e não aceita ser remendada. Chatinha, eu sei. Mas gostosa desse jeito ela pode ser o que quiser.

Depois de aberta, apare os lados pra fazer o retângulo mais perfeito que você conseguir. Não jogue os restinhos fora! Sério, se você jogar fora você vai se arrepender. Eles podem ser aproveitados pra uma delícia que ainda vai aparecer por aqui. Fica a dica.

Lembra quando eu falei que não precisava pegar a régua? Tá, eu menti. Pode ir buscar, eu espero.

Agora que você tem todo o equipamento necessário, comece pela parte de baixo da massa. Faça marquinhas com uma faca a cada 10 cm. Depois, passe para a parte de cima, faça a primeira marcação 5 cm do começo da marca. A partir dessa primeira marca, faça marquinhas a cada 10 cm de novo.

Pegue uma faca bem afiada ou um cortador de pizza e corte de marca a marca. O resultado final vai ser algo assim:

Agora que você tem seus lindos triângulos, é a hora da mágica! Pegue um deles, e faça um corte na sua base. Abra um pouco, e comece a enrolar. Aí vai uma ajudinha visual do que eu estou falando.

Agora vem uma parte mais complicadinha. Coloque as pontas dos dedos nas partes já enroladas. Com um movimento só, vá enrolando o croissant inteiro até as palmas da mão. Isso vai garantir que ele fique apertado.

Gente, já temos croissants! Olha a carinha dele, que lindo! Tá, ele ainda tá mirradinho né? Não se preocupe, esta é a hora de crescer! Coloque todos em uma forma com papel manteiga e deixe para crescer por mais ou menos uma hora.

Quando eles tiverem crescidos, pincele um ovo batido por cima deles. Isso vai ajudar eles a ficarem com um bronzeado de dar inveja!

Agora é só colocar em forno pré aquecido a 200 graus, por aproximadamente 20, ou até eles ficarem bem dourados. Enquanto isso se prepare, pegue uma manteiga e uma faca, porque nada ganha de croissant saindo do forno com uma manteiguinha derretendo em cima…

5 Comentários

Arquivado em aventuras culinárias, Cinema com Açúcar, passo a passo, receita

Cinema com Açúcar – Grey’s Anatomy + NY Cheesecake

Meu amor por Grey’s Anatomy começou anos atrás. Aliás, sete temporadas atrás. Ainda lembro quando começou a passar na Sony, eu via as propagandas e nem prestava atenção. Mas então começou a repassar a primeira temporada e eu me apaixonei! Vi aquela série que tratava de dramas de médicos dentro de um hospital e entrou rapidinho na minha lista de preferidas! Me apaixonei por quanto a Meridith era neurótica, como a Cristina era desalmada e irônica, pela inocência do George, pelo clássico McDreamy… Desde lá, muitos dos meus preferidos morreram, foram embora, mudaram… O que só deixa a série melhor, e inesperada!

Se tem uma coisa que os escritores de Grey’s sabem fazer muito bem são os últimos episódios! Confesso, e não riam de mim, que já chorei muito nos finais de temporada… Mas o final da sexta, foi magistral! O tiroteio no hospital foi o episódio mais tenso que eu já vi na série inteira!

Mas isso apenas estava mostrando o que ia ser a sétima temporada. Ela foi concentrada em mostrar o longo processo de cura que os médicos tiveram que passar. Amei ela inteira, mas separei 3 episódios que, pra mim, foram os melhores!

Episódio 06 – These Arms of Mine

Esse episódio é como se fosse um documentário sobre o hospital Seattle Grace depois do tirotei, e eu adorei porque é totalmente outro jeito de ver um drama de hospital! Como se eles pegassem os médicos em momentos mais “despreparados” e com outra visão dos relacionamentos. Sem falar que tem um transplante de braços! Sim! Um cara que perdeu os braços num acidente vai ganhar braços! De outra pessoa! Isso é demais!

Episódio 11 – Disarm

Neste você vê o Grey’s Anatomy clássico! É um episódio super dramático, pois acontece um tiroteio numa universidade perto do hospital e eles, ainda tentando se recuperar daquele que sofreram, tem que ajudar os outros. Mas ao mesmo tempo consegue encontrar espaço para o drama dos personagens, que se junta com a situação. Pode ser que eu tenha chorado. Ou chorado muito. Você nunca saberá. (Tá, eu chorei.)

Episódio 18 – Song Beneath the Song

Essa é a mistura de Glee com E.R. que você sempre quis, mas nunca soube dessa vontade! Eles descobriram e atenderam! Gente, é demais! Todos os atores cantam músicas, e não só músicas quaisquer: algumas delas como Breathe e Chasing Cars que foram de outras temporadas e então quando aparecem… Uau! É claro que em alguns momentos dá uma baita de uma vergonha alheia, porque alguns dos atores obviamente não são cantores! Mas mesmo assim é divertido, e aqueles que realmente cantam, como a Torres e o Hunt, compensam muito bem!

É claro que o final dessa temporada, como todas as outras, é demais! E deixa você um pouco desesperado porque vai ter que esperar meses para a continuação! Mas não desesperem! Falta pouco tempo para a oitava temporada, que será lançada nos EUA no dia 22/09, começar na Sony Entretainement Television! A sétima está passando atualmente nas segundas feiras, as 22h! Então se você ainda não viu, tem um tempinho pra correr atrás do prejuízo!

Agora vamos à receita! Um cheesecake, que mesmo sendo da cidade de onde a série acontece, vai acompanhado de uma calda vermelha. Bem vermelha. E por que não vermelho… sangue?

 NY Cheesecake

Começamos pela casquinha! Você vai precisar de:

230g de bolacha Maria

110g de manteiga derretida

1/2 xícara de açúcar

Comece batendo bem as bolachas no liquidificador, até elas ficarem um pó bem fino.

Parece fácil falando assim, mas me deu um trabalhão. Eu e meu liquidificador estamos em crise. É um assunto delicado, prefiro não comentar… Mas continuando! Junte a manteiga e o açúcar até ficar uniforme e coloque com as mãos numa forma de fundo removível untada. Assim, você deveria fazer uma coisa uniforme e certinha, eu não me dei ao trabalho, aparentemente. Isso porque na hora achei lindo, agora vendo a foto… not so much.

Acontece! Enquanto você faz a massa, coloque a forma com a casquinha no freezer para assentar. E vire-se para trás e contemple a maravilha que mora nesse momento no balcão da sua cozinha: SETE unidades de Philadelphia! Ai, que lindo! Juro que me emociono! Bom, antes de começarmos a massa, vamos ter uma conversinha. Sim, Philadelphia é caro. Sim, existem outros creamcheeses que você pode usar. Mas não, o resultado não será o mesmo. Triste, porém verdade.

Ingredientes:

1,1kg de creamcheese Philadelphia (você leu certo, é mais de um kilo!)

1 3/4 xícara de açúcar

3 colheres de sopa de farinha de trigo

2 colheres de chá de raspas de limão

5 ovos grande

2 gemas

1/2 colher de chá de essência de baunilha

Bata o creamcheese, a farinha, o limão, a baunilha e o açúcar, até estarem bem incorporados. Depois adicione os ovos e as gemas, um a um, em velocidade baixa. Depois de bater cada um, pare a batedeira e raspe os lados. Vocês bem sabem que eu sempre ignoro esses passos de coisas que pra mim parecem dispensáveis, assim como peneirar a farinha ou raspar os lados do bowl. Mas nesse caso, acredite! Ou você faz isso ou vai acabar com faixas de creamcheese não misturadas depois!

É só derramar essa linda piscina branca na casquinha e mandar para um forno pré aquecido a 300 graus. Deixe assar por uns 15 minutos nesta temperatura, ou até ele estar bem estufado. Fique de olho pois neste ponto ele pode queimar rapidinho. Depois deste tempo, abaixe o forno para 100 graus e deixe assar por mais ou menos uma hora. Ele vai estar bem firme nas beiradas, mas ainda um pouco mole no centro. Depois de tirar, deixe esfriar bem e então coloque na geladeira por no mínimo 6 horas antes de servir.

Enquanto ele assa você pode aproveitar para fazer a calda de morango. Esta não podia ser mais fácil! Pique umas três xícaras de morango, adicione 3/4 de xícara de açúcar e um pouco de suco de limão. Coloque numa panela em fogo baixo até chegar no ponto que você quiser.

Infelizmente, como não esperei esfriar totalmente antes de colocar na geladeira (amadora), o meu rachou. Na verdade ele implodiu. Mas falar que rachou parece menos dramático.

Mas não foi um problema! Ele ficou na textura perfeita e, seguindo a tradição dos cheesecakes de NY, na altura perfeita! Ele não é doce demais, e quando você combina com o azedinho da calda de morango… Fica irresistível!

Meu conselho é fazer um desse, pegar a sétima temporada de Grey’s Anatomy e passar um final de semana muito feliz!

14 Comentários

Arquivado em Cinema com Açúcar, passo a passo, receita

Cinema com Açúcar – Meia Noite em Paris + Bolo fácil

Como eu disse no Facebook essa semana, eu amo o Woody Allen. E muito. Acho que tudo começou há muitos e muitos anos atrás quando, numa tarde ociosa, comecei a assistir Todos Dizem Eu te Amo na tv. Foi amor a primeira assistida, e depois disso assisti grande parte dos seus 47 filmes, muitos estando entre meus preferidos. Tem alguma coisa sobre ele que eu entendo, e não só isso, me identifico. É aquele jeito de falar sem parar e em círculos, que no final faz sentido. Com todo esse amor, é claro que quando saiu o novo Meia Noite em Paris, fui correndo ver.

O filme conta de uma família, viajando a Paris a negócios, e junto vai o noivo da filha, um escritor frustrado. Interpretado por Owen Wilson, Gil Pender escreve roteiros para Hollywood, mas está se aventurando no mundo da literatura. O personagem é um romântico, completamente apaixonado por Paris. Sobre a escolha do ator, devo dizer que fui com um pé atrás. Filmes com o Owen Wilson geralmente significam pra mim não conseguir parar de olhar pra aquele nariz impossívelmente torto e o biquinho que ele faz o tempo todo! Mas depois de assistir, devo dizer que fez muito sentido! Ele e o Woody Allen combinam, duas metralhadoras de palavras.

Gil Pender começa a fazer passeios a meia-noite, para curtir a cidade e quando vê ele é transportado para outra época. É o tipo de filme difícil de falar sobre sem entregar muito da história e estragar tudo! Mas basta saber que se você já parou e pensou que nasceu na época errada vai se identificar muito.

O filme conta com Carla Bruni, e uma interpretação digamos um pouco sofrível. Mas ela não é a única estrela, sendo um filme de Woody Allen você passa o filme todo reconhecendo famosos. O filme é daqueles que você sai mais leve, como se alguém tivesse pego um pensamento seu e transformado em realidade. A trilha sonora é uma delícia, e o figurino maravilhoso! E não vou nem comentar sobre Paris, né! Minha cunhada, que voltou faz pouco tempo, estava todo emocionada!

Bom, sendo um Cinema Com Açúcar, vamos misturar os assuntos! Desde que comecei esse blog, muitas pessoas vêm me falar o quanto eles acham legal pois o máximo que conseguem fazer é bolo de caixinha. Venho, então, dizer que isso não é problema! Assim como o filme, que junta passado e presente, vamos juntar a modernidade do bolo de caixinha com o romantismo de preparar um bolo pensando em alguém!

O almoço da semana da minha família ia ser aqui em casa, então obviamente a responsável pela sobremesa era eu e estava fazendo um bolo de Nutella. Mas mas como tem gente que não gosta de chocolate (???), então resolvi fazer um apropriado!

Bolo de Morango e Blueberry

1 bolo de caixinha de baunilha

1 caixa de morangos

1 caixinha de blueberries

350g creme de leite (gordo, por favor)

açúcar de confeiteiro

Eu aproveitei que minha tia veio do Peru com uma nova leva de Betty Crockers, e peguei a caixa de bolo dela.

Siga as instruções na caixa e sem erro ficará bom! Separe em duas formas redondas e mande pro forno.

Tire do forno e deixe esfriar bem. Quando já frios, corte a barriguinha sobrando para nivelar. E agora vamos começar a customização! Passe uma geléia na parte de baixo, de preferência uma um pouco mais azedinha. Eu usei a geléia de amora da minha vó, que pra mim é a melhor do mundo!

Depois disso faça o recheio. Numa tigela bata o creme de leite e o açúcar de confeiteiro. Agora é uma coisa de gosto, e você pode ir pondo até que esteja doce na medida que você gosta. Para isso você vai ter que ir experimentando. Chato, né? Corte os morangos em pedacinho, junte com as blueberries e com metade do chantilly. Guarde um tanto das frutas pra depois, de preferencia as mais bonitas!

Coloque na primeira metade do bolo e espalhe até as beiradas. Coloque a segunda parte por cima. Com o resto de chantilly que sobrou, cubra o bolo.

Depois disso é só enfeitar com as frutas! E pronto! Vai parecer que deu um trabalhão, quando na verdade é um bolo de caixinha fantasiado!

É claro, fale que foram horas de cozinha, assim, pra fazer moral!

5 Comentários

Arquivado em Cinema com Açúcar, dicas, passo a passo, receita

Página de Cinema Açucarado

Pra quem nunca viu, nesse blog eu faço uma pequena sessão chamada Cinema com Açúcar. É uma parte que eu junto duas paixões: cinema e comida! Falo sobre um filme que eu gosto e de quebra dou uma receitinha de um doce para comer enquanto assiste! E agora você pode encontrar todos os que passaram por aqui no mesmo lugar, uma página só para eles. É só olhar lá em cima.

Vá lá e veja todos que já passaram por aqui! Admito que faz um tempinho desde que eu não faço um, mas confesso que depois de todos do Oscar 2011, me deu um fartão. E também ando meio sem inspiração.

Que tal você me ajudar, então? Você tem um filme que você adora, ou uma receita que você ache que combine muito? Deixe um comentário me falando que eu testo por aqui!

2 Comentários

Arquivado em Cinema com Açúcar

Cinema com Açúcar – 127 Horas + Nozes Crocantes

Bom, antes de começar, sim, este é o filme que o cara corta o próprio braço fora. Mas tendo dito isso, esperem! Não tem nada a ver com Jogos Mortais, nem nada parecido.

O filme conta a história real de Aron Ralston, um aventureiro que certa manhã parte para descobrir mais um canyon. Tudo seria como de costume, mas durante uma descida, dentro de um pequeno desfiladeiro, uma rocha enorme cai em cima de seu braço, deixando ele preso. Já seria ruim o suficiente, mas fica pior. Ele está sozinho. Calma, a desgraça não acabou. Ele não contou para ninguém para onde ia.

Após a queda da pedra, Aron faz um inventário de tudo que tem em sua mochila, e o que vai ajudá-lo a sobreviver. Conta com pouca água, menos ainda de comida. Alguns equipamentos de escalada e um canivete sem fio. E é claro, uma pequena filmadora e uma câmera fotográfica. A filmadora acaba se tornando o espectador, pois é através dela que ele explica sua situação, sua evoluçãou, ou falta dela, para tirar a pedra e sair dali.

É o tipo de filme estranho de se assistir, porque você já sabe o que vai acontecer, você sabe que medidas drásticas que ele deverá tomar pra sair daquele lugar.  Corria o risco de o espectador passar o filme inteiro apenas esperando o momento, mas não é o que acontece. Devemos tomar um momento e parabenizar o diretor Danny Boyle, ele conseguiu dar o suficiente da história de Aron e uma quantidade de verdade, que você passa o filme torcendo por ele, sofrendo junto e por último, seguindo junto com ele até o último recurso.

James Franco está provando que merece a indicação ao Oscar. Ele passa do aventureiro independente, que não precisa de ninguém, para alguém em choque ao ver o estado que se encontra. De alguém delirando de dor, falta de água e comida para alguém que aceita sua sentença de morte. E é claro, por fim, alguém que percebe o quanto quer viver e a que medidas está disposto a tomar para conseguir sua vida de volta. É uma história inacreditável, e é verdade.

Algumas curiosidades: A câmera usada nas filmagens é a verdadeira que foi usada pelo Aron Ralston no canyon. As mensagens que ele gravou durante seu tempo preso haviam sido apenas vistas por sua família e amigos próximos e guardadas em um cofre. Danny Boyle e James Franco receberam autorização de assistir para que o filme fosse o mais fiel possível. Aron falou que o resultado foi o mais perto de um documentário sem deixar de ser um drama.

A cena do braço foi feita apenas uma vez, num take de 20 minutos. Não foi repetida porque Boyle disse que conseguiu o que queria naquela primeira vez. E também porque só havia uma prótese do braço.

Para conseguir retirar o braço de Aron de debaixo da pedra, foram necessários 13 homens, um guincho e um macaco hidráulico.

Finalizando, recomendo prestarem atenção na ótima trilha sonora e na mensagem do final.

Bom, depois de um filme complicado vamos a uma receita fácil!

Nozes Crocantes

Ingredientes

200g de nozes picadas

5 colheres de sopa de açúcar

1/2 colher de sopa de manteiga

Uau, só isso!

Coloque tudo numa frigideira e coloque eu fogo bem baixo.

Mexendo de vez em quando, o açúcar e a manteiga vai derreter e começar a caramelizar as nozes. Demora mais ou menos uns 15 minutos, mas fique de olho porque pode queimar de uma hora para outra!

Quando chegar a um tom dourado, e tudo já tiver derretido e caramelizado, tire do fogo. Espere esfriar. Elas vão formar um disco duro. Daí é só quebrar com as mãos.

Você pode fazer isso pessoalmente. Eu não fiz. Essas mãos não me pertencem, são da minha mãe. Sabe como é, eu tinha coisas pra fazer e não queria melecar minhas mãos. Afinal, não é pra isso que mães servem? Não?! Sério?! Vou ter que rever conceitos…

Depois disso, você pode guardar num potinho e usar para incrementar sobremesas. Sorvetes, frutas, bolos… O que quiser! Eles duram um bom tempo num compartimento fechado. Eu usei em cake pops! Ficaram rústicos e uma delícia!

5 Comentários

Arquivado em aventuras culinárias, Cinema com Açúcar, dicas, passo a passo, receita