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Cartões Handmade

Sim, eu ainda existo. A vida de cozinheira me sugou, cortou meus dedos, me queimou e me privou do simples prazer de ter digitais no meus pobres dedinhos… Mas eu estou adorando! Trabalhei bastante nas últimas semanas, e isso somado com o MBA todos os dias a noite faz que eu saia de casa mais cedo do que eu gostaria e voltar extremamente depois que eu queria. Mas c’est la vie!

Bom, ter um blog causa você falar pelo menos algumas vezes por dia, e muitas vezes para estranhos, as palavras “entre no meu blog!”. Pode ser pra ver alguma coisa que você está comentando, ou para pegar uma receita que você está comentando, ou então quando você está inocentemente se apresentando numa aula nova e alguém grita “ela tem um blog!”. E é nessas horas que eu me vejo falando o nome do blog, explicando, e até soletrando o endereço, e ao mesmo tempo pensando: por que eu não tenho um cartãozinho?!

Para sanar isso, resolvi fazer um! Mas queria alguma coisa mais pessoal, e não algo que eu mandasse imprimir numa gráfica. Por isso, juntei toda minha experiência em scrapbooking, e resolvi fazer um handmade! Passei na Scrappin Up, aqui em Curitiba, e escolhi um papel cheio de fouets!

Era importante também que o lado inverso fosse bonito, e esse era. Escolhi uma fonte que lembrasse aquela ali em cima, do cabeçalho do blog. Que lembrasse, porque  a que era de verdade eu esqueci. Acontece.

Imprimi em papel vergé 180g, e daí foi recortar. E recortar. E recortar. E eu mencionei que eu tive que recortar?

Se alguém estiver disposto, aceito uma guilhotina. Grata.

Se você não está familiarizado com o termo e está achando estranho eu pedir uma guilhotina, calma. Não estou tendo um momento de Rainha de Copas e saindo berrando “Cortem-lhes as cabeças!”. Guilhotina é um equipamento para cortar papel, que teria me facilitado muito a vida hoje…

Bom, depois disso parti pra casa dos meus avós pra dar os últimos toques. Com a ajuda da Ivone, que trabalha na casa dos meus avós desde antes de eu ser projeto de gente, usei a máquina de costura pela primeira vez na vida. Estranho ter sido num papel, não? Mas o inesperado é mais legal! Antes de ir, minha mãe ficou fazendo terrorismo, dizendo que era muito difícil mexer em máquina, que eu não ia conseguir, que os piores pânicos da infância dela são de quando ela tinha que usar a dita cuja. Claro que cheguei super tensa, e não deu outra. Olha aqui minha primeira tentativa:

Mas depois disso eu respirei fundo, e resolvi que os medos da geração passada não seriam os meus! Ou simplesmente descobri que tinha colocado a linha de jeito errado, você escolhe.

E o resultado final! Achei que ficou charmoso e personalizado. Espero que as pessoas que recebam gostem e vejam que foi feito com muito carinho!

E pra ser honesta, muito trabalho! Mas acho que no final vale a pena.

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